Hello Mentes Inquietas!
Vim bem bilíngue para falar sobre as séries preferidas que eu vi neste ano! 
Segura na cadeira que é só série babadeira e boa de maratonar! 
E o melhor?
A maioria você encontra disponível para assistir no Netlix! 
Ou seja: já tem dicas para as férias de Janeiro!
Riverdale traz uma abordagem subversiva de Archie (KJ Apa), Betty (Lili Reinhart), Veronica (Camila Mendes), Jughead Jones (Cole Sprouse), Josie (Ashleigh Murray) e seus amigos, explorando o surrealismo de uma pequena cidade e seus curiosos habitantes. A história começa quando a cidade se recupera de uma trágica perda, o que leva Archie a pensar mais seriamente a respeito de seu futuro. Com isto, ele embarca em uma jornada em busca de realizar o seu sonho de tornar um grande músico; mas cumprir essa missão não será nada fácil, enquanto Archie ainda precisa lidar com sua agitada vida amorosa, dividido entre Betty e Veronica.
A série é bem adolescente, mas com um toque de mistério, principalmente na primeira temporada. Os personagens são super legais de acompanhar e a química de todos é muito boa. Eu amo os casais, de modo principal o Jughead e a Betty, por serem tão opostos, clássico Julieta e Romeu. Mas logo no final da primeira temporada esta trama acaba para dar inicio a uma nova que ainda não me conquistou por completo. Sem querer dar spoilers da segunda temporada, mas já dando. Eles foram para um lado mais sombrio, mas alguns dramas me deixaram incomodadas.  
Uma caixa de sapatos é enviada para Clay (Dylan Minnette) por Hannah (Katheriine Langford), sua amiga e paixão platônica secreta de escola. O jovem se surpreende ao ver o remetente, pois Hannah acabara de se suicidar. Dentro da caixa, há várias fitas cassete, onde a jovem lista os 13 motivos que a levaram a interromper sua vida - além de instruções para elas serem passadas entre os demais envolvidos.
Uma das adaptações mais esperadas por minha pessoa já que este é um dos meus livros preferidos da vida. Mas mesmo tendo muito do livro, acho que a forma de dividir a história em treze episódios foi meio demais. A história é bem simples e se passa em um curto período de tempo, bem menor do que parece mostrar a série. Se fosse uma minissérie com dois ou até três capítulos, ficara menos arrastado algumas partes. E estou com um pouco de receio sobre o que a segunda temporada irá se tratar. Mas tirando essas coisinhas, a série é bem intensa e não recomendo para pessoas que se abalam facilmente. Por ter muitos gatilhos, pode despertar sentimentos ruins nas pessoas. 
Big Mouth
Uma turma de amigos vive ao sabor das maravilhas e horrores da puberdade nesta comédia dos amigos Nick Kroll e Andrew Goldberg.
Eu sei que não se trata exatamente de uma série por ser uma animação, mas Big Mouth merece com certeza esta aqui por ser muito engraçada e diferente de tudo que eu já vi. Se trata de um grupo de pré adolescentes descobrindo o que é a puberdade da maneira mais louca possível. Os personagens são incríveis, principalmente os monstros dos hormônios e a vagina falante, sério! Se eu assistido algo parecido quando enquanto eu passava por essa temida fase, com certeza eu ficaria mais tranquila porque ao mesmo tempo que Big Mouth diverte, se trata também de uma série muito didática. E é super fácil maratona-la, os episódios são curtos. Consegui ver tudo em apenas um dia. 
Atypical 
Sam (Keir Gilchrist) é um jovem autista de 18 anos que está em busca de sua própria independência. Nesta jornada, repleta de desafios, mas que rende algumas risadas, ele e sua família aprendem a lidar com as dificuldades da vida e descobrem que o significado de "ser um pessoa normal" não é tão óbvio assim.
Esta é série que vem quase em forma de tapa na sua cara. Eu nunca convivi com uma pessoa autista e esta série informa de uma maneira bem real como é. Eu sei que existe vários níveis de autismo e talvez o personagem principal não represente todos eles, mas a série se importa em mostrar não só o Sam, mas sim a família dele e a forma de cada um lidar com o autismo. Além é claro de ser bem engraçada em muitos momentos por mostrar como Sam lida de forma diferente para atos que nos, pessoas fora do espectro autista, lida. Se você quer uma série com drama mas ao mesmo tempo engraçada, eu indico muito esta série que cativou meu coração.
Stranger Things 2° temporada {Resenha desta série aqui}
Um ano se passou, mas os acontecimentos sobrenaturais envolvendo o Demogorgon e os segredos do laboratório de Hawkins ainda assombram a população local. E eles têm razão em se sentirem com medo: uma entidade ainda mais poderosa ameaça os sobreviventes.
Se encontrar com os garotos, Eleven e Hawkins novamente é muito bom. A história ganhou um rumo mais sombrio e repleto de horror neste segundo ciclo. Vemos que o Noah Schnapp que interpreta o Will é um excelente ator, já que ele carrega um papel que não é fácil para um adulto, imagina para uma criança. Além de que esta temporada possui uma carga dramática bem maior comparada a primeira. Os novos personagens são bem colocados, mas espero que os explorem mais na terceira temporada. E espero que explorem mais outras possíveis crianças que foram usadas como cobaias, já que sabemos que Eleven não foi a única. E é só eu que quer mais da melhor dupla da série Steve e Dustin?! 
A investigação acerca de um crime precisa acabar quando se sabe qual foi o crime e quem foi o criminoso? Quando uma jovem mãe de família comete um crime nefasto em público e se vê incapaz de explicar o motivo que a levou áquele estado de fúria súbito, um investigador se torna cada vez mais obcecado em entender as profundezas da psique da mulher, desenterrando os momentos de violência que ela tenta manter no passado, longe dos olhos do mundo.
Uma das séries que me deixou mais intrigadas e envolvidas por se tratar de um grande mistério. Além de me surpreender pelas atuações e por um final que não era exatamente o que eu imaginava. Mesmo tendo poucas pontas soltas, a série já está com a segunda temporada confirmada. Vamos ver agora como vão aproveitar a história da série, espero que façam uma antologia, como Black Mirror. 
The Handmaid's Tale 
Depois que um atentado terrorista ceifa a vida do Presidente dos Estados Unidos e de grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção católica toma o poder com o intuito declarado de restaurar a paz. O grupo transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em especial. Em meio a isso tudo, Offred é uma "handmaid", ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.
Essa, com toda certeza é a melhor série que eu vi em 2017! É uma grande critica a tudo que estamos passando no mundo atual. E "The Handmaid's Tale" é a resposta totalmente atormentadora para uma pergunta que as vezes eu me faço: "Aonde vamos parar com o mundo desse jeito?". Se você ainda não viu esta série, prepara-se que ela é um tanto forte, principalmente se você for mulher, assim como eu. E não é só a história que é boa não, a fotografia é maravilhosa e a atuação da Elisabeth Moss não tem nem palavra que defina de tão boa.
Então, Mentes Inquietas, esses foram as melhores séries que eu assisti em 2017!
Comente aqui embaixo qual foi a sua favorita!
Um próspero Ano Novo para todo mundo! 
Até o próximo post, beijos :-*

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